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   Senado, na madrugada, aprova mega-empréstimo para Porto Alegre

Já passavam das 11h30m da noite de quarta-feira quando o plenário do Senado aprovou a autorização para que a prefeitura contrate o financiamento do Programa Integrado Socioambiental (Pisa) via Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID);. “Vamos assinar o contrato em novembro”, disse ao editor, logo depois do ato, o diretor do Dmae, Flávio Presser.

O financiamento será de R$ 135 milhões. A prefeitura botará outro tanto. A previsão é de que até novembro a prefeitura assine o contrato com o BID. O Programa Integrado Socioambiental ampliará a capacidade de tratamento de esgotos de Porto Alegre de 27% para 77%, em apenas cinco anos.

O prefeito José Fogaça, que foi a Brasília na terça-feira para pedir a aprovação do financiamento, já mandou tocar estes programa com recursos próprios:

- Redes coletoras de esgoto Restinga/Ponta Grossa:
- Reforma da Estação de Bombeamento de Esgotos (EBE) Ponta da Cadeia e construção da Chaminé de Equilíbrio
- Novas redes coletoras de esgoto sanitário do Arroio Cavalhada –

Em fase de edital estão o Emissário Ponta da Cadeia e a ETE Serraria.

Políbio Braga, 28/08/2008

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Ótima notícia !



Escrito por Gilberto Simon às 21:14
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   O que vai mudar com a chegada do BarraShoppingSul?

Foi um assombro para os portoalegrenses, quando desembarcou na cidade o shopping Iguatemi.
Depois disto, Porto Alegre nunca mais foi a mesma cidade.
Isto é o que vai acontecer de novo, desta vez com o BarraShoppingSul, que abrirá as portas no dia 31 de outubro.
Saiba o que vai mudar:

1) Para os consumidores
- É quem mais vai ganhar, porque o novo shopping vem para ganhar.
- O público inicialmente será o do tipo da Família Miranda (mira e anda), mas depois do primeiro ano passará a comprar, sobretudo o consumidor mais contemplado, que será o da classe AAA.
- O BarraShoppingSul será o grande shopping de entretenimento de Porto Alegre.

2) Para o mercado de shopping
-  A concorrência já está se mexendo para valer, como são os casos principais do Praia de Belas e Iguatemi.
- Alguns jumbos, como Iguatemi, já começaram a deixar de fazer burradas do tipo “fecha cinema” e  “não abre espaço para a Livraria Cultura”, que foram para o outro lado da rua, fazendo o sucesso do Bourbon Country

Alto Norte será outro jumbo de Porto Alegre

Além do BarraShoppingSul, vão de vento em popa outros shoppings programados e em construção em Porto Alegre.

O maior deles, um jumbo, será o Alto Norte, ao lado do Lindóia Shopping, empreendimento do industrial Álvaro Alves Sobrinho.

Ainda não se sabe quando o grupo Zaffari começará a construir o seu novo shopping da antiga fábrica Wallig, na zona Norte.


Torres de shoppings alcançam valores inéditos

Já vendeu tudo que foi oferecido nas torres de escritórios do Praia de Belas Shopping, cujo metro quadrado foi a estratosféricos R$ 8.500,00.

As torres do BarraShoppingSul também já são sucesso de vendas,embora o preço do metro quadrado seja ainda maior, ou seja, R$ 10 mil.

As próximas torres serão do shopping Total.

Políbio Braga, 28/08/2008

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Novidade pra mim essa do Shopping Total ter torres de escritórios. Não fiquei sabendo de nada ainda.

Novidade também que o Iguatemi recusou a Livraria Cultura ! Que burrada mesmo ! Mas sorte do Bourbon !



Escrito por Gilberto Simon às 21:11
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   Aracruz dá primeiro passo de obra em Guaíba

Falta de gás paralisa térmica, que pode ser desmontada e relocalizada

Foi dada a partida na parte mais vistosa do investimento de US$ 2,8 bilhões da Aracruz no Estado, com o lançamento, ontem, da pedra fundamental da expansão da fábrica de Guaíba.

Festejada nos discursos como um marco na implantação da silvicultura no Estado, a expansão da fábrica de Guaíba deu o primeiro passo durante cerimônia realizada pela manhã. Foram constantes nos discursos as referências à negociação e à polêmica que o assunto envolve desde os primeiros anúncios dos investimentos em plantio de eucaliptos e na instalação de fábricas. Além do investimento da Aracruz, R$ 4,6 bilhões serão aplicados pela VCP e Stora Enso no Estado. A governadora Yeda Crusius disse que a pedra fundamental da unidade de Guaíba “agrega valores simbólicos e práticos mais amplos” do que uma simples fábrica.

– É um momento semelhante ao que vivi quando se decidiu que o pólo petroquímico viria para cá, na década de 70 – disse Yeda.

O secretário estadual de Meio Ambiente, José Otaviano Brenner de Moraes, disse que o pedido do Conselho Municipal do Meio Ambiente de Porto Alegre, de um estudo ambiental garantindo a segurança do Parque Natural Morro do Osso, não será entrave para as obras da Aracruz:

– É de se presumir, desde que não se queira inserir na discussão uma carga ideológica, que essa questão não vai comprometer o projeto.

A Aracruz foi notificada do pedido do conselho na terça-feira e vai encaminhar estudo à Fundação Estadual de Proteção Ambiental.

ZH 28/08/2008

 

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Me admira algumas pessoas ainda falarem dos possíveis prejuízos que a Aracruz traria ao Parque Natural do Morro do Osso em Porto Alegre, do outro lado do Guaíba. Pois quem está dizimando o Morro do Osso atualmente não é nenhuma indústria, e sim, os ditos "indios" que lá estão habitando, dizendo que a área é deles. Absurdo ! Índios ???????  Índios depredando o meio ambiente ?????  Como assim ?????? Índio não depreda o meio ambiente. Então, concluo que o nível de urbanização e aculturamento que eles sofreram fazem com que de Índio, eles tenham pouca coisa. Talvez as origens remotas.... Enquanto isso uma área linda, que poderia ser um belo parque com estrutura para atrair turistas, está abandonado, depredado, desmatado e sob o risco de se transformar em mais uma grande favela da cidade. Isso não enxergam !



Escrito por Gilberto Simon às 16:53
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   CINEMA: Porto Alegre sem cortes

Primeiro longa brasileiro rodado em plano único, “Ainda Orangotangos” estréia amanhã

Ainda Orangotangos, o livro de Paulo Scott, é um painel contunden­te de uma Porto Alegre habitada por pessoas que se movem impulsionadas por instintos e razões às vezes não-civilizadas, primitivas. Ainda Orangotangos, o filme homônimo de Gustavo Spolidoro, segue o mesmo caminho. Restrito a 15 personagens e a seis contos do volume original, no entanto, alcança efeito dramático menos consistente. O impacto do primeiro longa bra­sileiro rodado num plano único, sem cortes, pode ser medi­do pelo público a partir de amanhã, quando estréia nos cinemas de Porto Alegre.

Spolidoro, 36 anos, assinou curtas premiados como Outros (2000) e Início do Fim (2005). Para dirigir Ainda Orangotangos, sua estréia no longa-metragem de ficção, optou por um recurso técnico que utiliza desde Velinhas (1998), seu primeiro filme: o plano-seqüência. A tomada única começa no Trensurb, com a chegada de dois jovens orientais à Capital, e segue dentro de um ônibus que atravessa as elevadas da Conceição e a Osvaldo Aranha até chegar a um prédio quase à esquina da Venâncio Aires com a João Pessoa. Embora tenha sido rodado em 81 minutos, o tempo fílmico equivale a 14 horas – a seqüência do trem foi filmada pouco antes do pôr-do-sol como se se tratasse do início da manhã; as seqüências finais, rodadas já à noite, indicam que se passou um dia inteiro.

No trajeto, desfilam tipos os mais diversos, como um Papai Noel bêbado (estamos em dezembro), um casal de lésbicas de ressaca (como o que aparecera em Outros) e uma mulher perturbada convivendo com dezenas de pombos. São, de fato, tipos: sem muita profundidade, não carregam aquele peso humanista que permitiria um maior envolvimento do espectador. Sua conexão é arbitrária – a câmera simplesmente muda o foco de um personagem para outro com o passar do tempo e, mesmo que alguns voltem depois, a relação que estabelecem não garante força dramática à narrativa.

Vistos em conjunto, porém, apresentam unidade – e justificam a opção pela montagem sem cortes, adequada à idéia de panorama. É o caso de dizer que o impacto do filme, antes de estar nas pessoas que aparecem na tela, está na própria experiência estética que representa. E também, e principalmente, que o virtuosismo técnico de Ainda Orangotangos não é gratuito.

DANIEL FEIX - ZERO HORA, 28/08/2008


Ainda Orangotangos

De Gustavo Spolidoro.
Com Lindon Shimizu, Arlete Cunha, Artur José Pinto, Janaína Kremer, Renata de Lélis, Kayodê Silva, Nilsson Asp, Roberto Oliveira, Rafael Sieg, Letícia Bertagna, Heinz Limaverde.

Drama, Brasil, 2007.
Duração: 81 minutos.
Classificação: 14 anos.
Em cartaz a partir de amanhã em Porto Alegre (confira as salas no Guia hagah).

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A matéria da Zero Hora não menciona que o filme, como foi rodado parcialmente no centro de Porto Alegre, se utilizou também do Mercado Público. Foi com o maior prazer que atendemos a equipe do filme, muito bacana, aqui nas instalações do Mercado. Tive contato direto com parte da equipe e espero que o filme seja muito bem sucedido, a idéia é excelente e ainda por cima de vanguarda a nível de Brasil- o filme foi filmado em plano único. Vou conferir o filme com certeza e indico para todos verem também !



Escrito por Gilberto Simon às 16:44
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   Votação de projeto para Estaleiro Só é adiada

Por falta de quórum, foi adiada para a votação do requerimento de diligência relativo ao projeto Pontal do Estaleiro, na Câmara de Vereadores da Capital. O mesmo requerimento, que pede a manifestação da prefeitura sobre a proposta de modificação da área urbana do Estaleiro Só, na Zona Sul, já havia sido negado pela Comissão de Urbanismo Transporte e Habitação. O documento deve entrar novamente em pauta hoje.

ZH



Escrito por Ricardo Haberland às 07:34
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   Morro Ricaldone será cercado

Não haverá mais refúgio para assaltantes nem impacto ambiental causado pelo pisoteio dos vegetais no Morro Ricaldone. Com o projeto elaborado pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam) em mãos, a comunidade comemora a aprovação do cercamento completo do local e busca recursos junto a empresários da região para iniciar as obras.

Situada no Moinhos de Vento, com um dos lados voltado para a Marquês do Pombal, no Floresta, a área é um verde complementar – conceito diferente de praça. Por isso não é necessário um plebiscito entre os cidadãos para a colocação das grades, explica a arquiteta da Divisão de Projetos e Construção do órgão Ana Germani. No dia 21, ela e o secretário da pasta, Miguel Wedy, participaram de reunião com moradores da região. Conforme ele, o projeto teve todo o mérito para ser aprovado, visto sua importância.

No encontro, representantes da vizinhança se mostraram preocupados com a preservação ambiental. Devido ao movimento de pessoas na área, as plantas rasteiras, que contêm a erosão do solo, são arrancadas, provocando risco de deslizamentos de terra. Quando chove, as raízes de grandes árvores ficam à mostra, e vegetais maiores podem cair. Ana reforça que a grade não é definitiva – se a vegetação for restaurada e estabilizada, o que pode levar décadas, poderá ser retirada.

Outro motivo que levou à reivindicação do cercamento é a segurança. Conforme moradores, o lugar é usado como refúgio por assaltantes durante as madrugadas – alguns queimam fios furtados no local para retirar o cobre. Catadores fazem a separação de lixo recolhido em um dia de trabalho no local, deixando o que é descartado entre as árvores. Há ainda sem-teto que usam o Ricaldone como casa.

Para o custeio do ferro e da mão-de-obra necessários, dinheiro que a prefeitura alega não ter, a comunidade recorrerá a empresários. Com a grade, não haverá mais acesso à escada que corta a mata. Apenas a outra, que tem no cume a Sociedade Suíça, poderá ser utilizada por pedestres que transitam entre os dois bairros.

Aos 66 anos, o contador Irmberto Rodolfo Haag, integrante da diretoria da Sociedade Suíça de Porto Alegre, esteve na reunião, na semana passada. Morador da Coronel Feijó, freqüenta a região há mais de 50 anos, “desde guri”, diz, quando morava na Avenida Chicago e vivia correndo nas proximidades do morro. Haag está satisfeito com o cercamento, tanto por assegurar a preservação da área quanto pela promessa de mais segurança no bairro.

– É um ponto turístico, onde hoje fazem fogo e acampamento à noite – indigna-se Haag. – Esta obra é indispensável.

“A reunião foi definitiva para que se comece a cercar a segunda parte do Ricaldone. Assim, poderemos preservar a fauna e a flora, para que se regenere, e a segurança será melhorada, porque a grade evita a circulação de quem faz daquele lugar um refúgio. Também vai evitar o acúmulo de lixo – claro que vai depender da conscientização da sociedade, que as pessoas entendam que não devem jogar sacos lá para dentro.”

ZH



Escrito por Ricardo Haberland às 07:33
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   Obras na Estação Mercado do Trensurb causam alguns transtornos

As obras das escadas rolantes da Estação Central do Trensurb, na calçada do Mercado Público, causou um certo transtorno, ontem, dutrante o dia. Agora, todos os pedestres que desejam embarcar no metrô, devem atravessar a Av. Júlio de Castilhos em direção à rampa e escada na Praça Revolução Farroupilha, trajeto realizado antes do início da sobras, por passagem subterrânea. Em torno de 100 dias essa situação perdurará, mas os usuários do Trensurb terão grande compensação: ganharão modernas escadas rolantes e elevador, cobertos por uma estrutura em concreto que mudará o visual da região, assim como o grande arco da Praça em frente.

Esperamos ter em breve uma bonita área revitalizada, tornando ainda mais interessante passar pelo Mercado Público e arredores.

Obras do Trensurb - Escadas Rolantes em frente ao Mercado. Foto: Gilberto Simon
Obra na calçada do Mercado, que ganhará escadas rolantes
Foto: Gilberto Simon - Porto Imagem



Escrito por Gilberto Simon às 12:49
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   Candidato a prefeito de Porto Alegre pirateia fotos e vai responder em juízo pelo crime

Um candidato(a) a Prefeito(a) de Porto Alegre já comprou sua primeira boa dor de cabeça da atual campanha eleitoral, porque o fotógrafo Eurico Salis resolveu acioná-lo em juízo.

Salis é um profissional respeitadíssimo. Ele ficou muito contrariado quando percebeu que o candidato utilizou fotos do seu livro “Porto Alegre – Cenas Urbanas e Paisagens Rurais”, recém lançado, para ilustrar dois comerciais de 30 segundos e seu site de campanha. “Podiam ter ligado, mas preferiram cometer um crime”, reclamou o fotógrafo, ao falar na tarde desta terça-feira com o editor.

Ele não quer mais conversa e resolveu cobrar indenização em juízo.

Políbio Braga, 27/08/2008

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Estão vendo? Piratear coisas nao leva a nada e ainda dá processo. O Porto Imagem está de olho em quem usa suas fotos sem autorização também.



Escrito por Gilberto Simon às 11:18
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   OPINIÃO: Revitalização do Centro de Porto Alegre

Durante 20 dos meus 59 anos de janela do tempo morei no Centro de Porto Alegre. Bondes. Vida noturna animada. Cinemas. Confeitarias. Farmácias. Teatros Cafés. Bares. Botequins. Grandes lojas. Colégios. Repartições públicas. Era uma maravilha, estávamos perto de tudo até dos programas de auditório das rádios. Desde os anos de 1980, quando fui secretário da Junta Comercial/RS, então situada na rua Riachuelo, esquina com a Caldas Jr., observava de meu gabinete vista de parte da cidade. Um certo abandono de moradias residenciais no Centro de Porto Alegre. Os grandes escritórios de engenharia e arquitetura, que compareciam à Junta por seus prepostos para os atos inerentes a atividade, por seus executivos informavam que a vida residencial ganhava corpo fora do Centro pela limitação geográfica. Hoje, passados 32 anos atuando como profissional liberal em prédio situado na avenida Salgado Filho, no 22º andar, descortino verdadeiro cartão postal ao vivo.

Mas a situação piorou mesmo.

São escassas as moradias no Centro.

Os executivos, interpretando pensamento dos engenheiros e arquitetos, tinham plena razão no quartel nos anos de 1980. Observo que o pôr-do-sol um dos mais lindos do mundo está triste, por falta de espectadores. Seu espelho, o lago Guaíba, parece concordar, pois a vegetação da orla está menos verde.

Em dezembro, em férias no Rio de Janeiro, tomei conhecimento que, em uma única noite, foram vendidos 668 apartamentos por iniciativa do empreendimento Cores da Lapa, cujos preços oscilavam entre R$ 80 mil e R$ 140 mil. O que aponta na revitalização do centro do Rio de Janeiro, com aporte de cerca de dois mil moradores novos em termos de classe média. Soube que em dezembro de 2000 haviam se reunido executivos, empresários da construção civil de lá, com representantes da prefeitura e governo do Estado, com intuito de promover uso residencial no centro. Ainda no Rio, a Hines obrou a Torre Almirante. Os paulistas, o novo Hotel Íbis Fórmula-1, junto à tradicional Praça Tiradentes. A Klabin Segal investe na faixa portuária e Cores da Lapa tem até nova vida noturna e dinâmica. Porto Alegre possui eixos enormes de possibilidades de empreendimentos fortes no Centro.

Desde torres residenciais até hotéis. Penso que nossas forças vivas podem estudar e copiar o Rio salvando o Centro da cidade, ombreados aos esforços de todos os governantes municipais, que, aliás, têm se mostrado incansável nessa tarefa de oxigenar o Centro e, de quebra, dar melhor estrutura à facilitação do comércio. Morar no Centro ou próximo dele torna-se um investimento, o morador não precisa de automóvel ou ônibus para se locomover e ainda contribui para não poluir o ambiente. Trabalhar e morar no Centro são uma boa alternativa de vida. Podemos, no mínimo, caminhar na orla do Guaíba.

Antônio Carlos Côrtes, ex-secretário da Junta Comercial/RS



Escrito por Gilberto Simon às 13:03
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   Falha da Fepam ameaça atrasar obra da Aracruz em Guaíba

Uma confusão legal põe em risco o cronograma das obras de expansão da fábrica da Aracruz, no município de Guaíba, cuja pedra fundamental será lançada amanhã.

A licença da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) para início dos trabalhos foi dada, no início de julho, sem consulta à Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Porto Alegre (Smam) sobre as possíveis interferências do empreendimento no Parque Natural Morro do Osso, na Capital. Como a área de preservação fica a menos de 10 quilômetros da fábrica, isso deveria ter ocorrido, reconhece a própria Fepam.

Notificada pelo Conselho Municipal de Meio Ambiente da Capital sobre o problema, a presidente da Fepam, Ana Pellini, informa ter determinado envio de ofício à Aracruz para que sejam feitos estudos acerca do impacto da obra no Morro do Osso, mas afirma que a falha não deve levar à suspensão da licença concedia.

– Se a Aracruz ou a Fepam não suspenderem as obras, certamente as organizações ambientais vão entrar com ação (na Justiça) – diz a ambientalista Kathia Vasconcelos, membro do Comam.

A Aracruz afirma ainda não ter sido notificada sobre a necessidade de estudos sobre o Morro do Osso.

O projeto de investimento da empresa no RS é de R$ 4,9 bi

ZH

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Maior fábrica do mundo

Parceria entre o governo do Estado e a Aracruz Celulose vai capacitar 10 mil trabalhadores, incluindo a especialização de mão-de-obra feminina no setor da construção civil. É para habilitar a população aos novos postos de trabalho a serem oferecidos com o investimento de R$ 4,9 bilhões na expansão das atividades da Aracruz, lançado nesta quarta (27), em Guaíba, presente a governadora Yeda Crusius. Além de empregos, Yeda citou como efeitos positivos do empreendimento para o Estado a geração de US$ 200 milhões em tributos e US$ 300 milhões na contratação de serviços terceirizados de empresas locais. Já o presidente do Conselho da Aracruz, Carlos Alberto Vieira, revelou na ocasião que a empresa irá construir em Guaíba a maior linha de produção de celulose branqueada de eucalipto do mundo, dentro das mais avançadas condições ambientais. E o presidente executivo, Carlos Aguiar, afirmou que o empreendimento irá gerar US$ 800 milhões em divisas com exportações para o RS; US$ 142 milhões em circulação de riquezas e US$ 400 milhões em compras de empresas do Estado. A atividade econômica da Aracruz, depois da ampliação, corresponderá a 1,6 % do PIB estadual.

Polêmica dos eucaliptos

Mais uma vez os gaúchos estão envolvidos numa polêmica, que polariza as opiniões: o plantio maciço de eucaliptos para produção de celulose e papel. Os que são a favor vêem seus benefícios econômicos. E os que são contra os efeitos no meio ambiente, especialmente nas 400 espécies de gramíneas existentes no Pampa. O debate foi lembrado nesta quarta (27) por ocasião do lançamento dos novos investimentos da Aracruz Celulose em Guaíba. O certo é que ninguém vive sem madeira e papel. Se não é o eucalipto, serão árvores nativas e da Amazônia. Além disso, o plantio já programado não atinge 3% do solo gaúcho e as empresas destinam metade de suas áreas a essências nativas. Mas, o Brasil é hoje o alvo preferido nesta matéria, porque tem muita terra e porque o eucalipto, que fornece a fibra curta, possui um ciclo econômico curto de 7 anos devido ao sol, contra árvores semelhantes, em países como a Finlândia que levam até 10 vezes mais, ou 70 anos.

Affonso Ritter



Escrito por Gilberto Simon às 12:56
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   Verba para recuperar taludes do Dilúvio

A Câmara Vereadores da Capital aprovou ontem projeto que autoriza a prefeitura a contratar empréstimo de R$ 16,2 milhões. A verba deverá ser utilizadas na recuperação do Arroio Dilúvio, com a substituição de taludes em laje por revestimento de concreto e a drenagem da Rua João Mendes Ouriques, em Ipanema. A contrapartida da prefeitura será de R$ 2,8 milhões.

ZH

 



Escrito por Gilberto Simon às 12:54
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   SMOV finaliza obras do Viaduto Leonel Brizola

As obras físicas de toda a extensão do viaduto Leonel Brizola estão concluídas. Foram cerca de R$ 30 milhões investidos nos 774 metros do viaduto e nas obras do entorno. Agora, são realizados arremates finais, e também a instalação da rede de iluminação e a demarcação da sinalização. As obras complementares do entorno do viaduto têm finalização prevista para outubro.


Foto: Ricardo Stricher (PMPA)

O viaduto, que integra o Programa Integrado Entrada da Cidade (Piec), um dos 21 programas estratégicos do modelo de gestão da prefeitura, facilitará o acesso e marcará um novo momento de desenvolvimento social e econômico aos bairros Humaitá, Navegantes e Achieta, ligando a Terceira Perimetral e a Freeway (BR 290).

Conforme o titular da Secretaria Municipal de Obras e Viação, Cássio Trogildo, "é uma obra importante para fazer a ligação direta entre a Perimetral e a Freeway, qualificado a circulação de veículos na entrada da cidade, além de possibilitar novos empreendimentos para a região e contribuir para a revitalização da área do Quarto Distrito".

A Avenida Dona Teodora, com duas pistas e 1,6 mil metros de extensão, é umas das obras complementares do viaduto e sua duplicação está 95% pronta. Segundo o coordenador de obras, engenheiro José Carlos Keim, até outubro todo o empreendimento estará concluído.

Prefeitura de Porto Alegre, 26/08/2008



Escrito por Gilberto Simon às 11:43
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   O TRI mostra a que veio

A partir de hoje a segunda viagem terá desconto de 50% em Porto Alegre

A partir desta terça-feira os passageiros de ônibus terão um desconto de 50% numa segunda viagem em Porto Alegre,o que é consequência direta do sistema de Bilhetagem Eletrônica implantado por ordem do prefeito José Fogaça. Isto e a Passagem Antecipada fazem parte da última etapa do processo de Transporte Integrado (TRI)

. O programa todo foi apresentado nesta segunda-feira pela Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) e a Associação dos Transportadores de Passageiros (ATP).

. O sistema vai funcionar da seguinte forma: na primeira viagem, o usuário do TRI paga o valor de uma passagem (R$ 2,10), já na segunda, a pessoa recebe um desconto de metade do valor de uma passagem (R$ 1,05). Ao desembarcar do primeiro ônibus, o usuário terá 30 minutos para pegar o próximo. Duas viagens, que antes custariam R$ 4,20, agora vão custar R$ 3,15. Num terceiro deslocamento, o valor retorna para R$ 2,10.

. Facilidade e economia - Para o presidente da ATP, Ênio Reis, a novidade vai facilitar a vida de quem usa dois ônibus. "Pessoas que pegavam um ônibus apenas, agora, provavelmente, vão utilizar dois. O usuário não vai precisar caminhar um longo trajeto para economizar uma passagem", diz.

. Até o momento, foram cadastrados 68 mil usuários de vale-transporte, que a partir desta terça-feira, 26, já poderão utilizar os 50% do benefício da passagem integrada na segunda viagem. Para quem ainda não se cadastrou, é importante salientar que as fichas continuam valendo.

. "Essa novidade não é só tecnológica, é também econômica", afirma o diretor-presidente da EPTC, Luiz Afonso Senna. "Além disso, pode fomentar uma nova geração de empregos, pois, agora, os empregadores não vão mais deixar de contratar alguém para não ter que pagar duas passagens. Também acreditamos que, com essa etapa implantada, teremos mais pessoas que utilizarão o transporte coletivo", avalia.

Políbio Braga



Escrito por Ricardo Haberland às 11:29
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   Sede do CIEE é inaugurada

A nova casa do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE-RS), na Rua Dom Pedro II, foi aberta ontem à noite para o público da Capital. Na unidade, a instituição investiu R$ 39 milhões nos últimos seis anos.

No prédio de 15 andares foi projetado um novo teatro para a cidade, onde a Orquestra de Câmara da Ulbra recepcionou autoridades.

Além de concentrar a área administrativa da entidade, a sede na Dom Pedro II vai oferecer os mesmos serviços do prédio da Av. Borges de Medeiros, no Centro. A inauguração não encerra as atividades na antiga sede.

– O Centro facilita o acesso dos estudantes. Vamos continuar lá por um bom tempo – disse Otto Beiser, presidente do CIEE-RS.

Dos 15 andares da nova sede, cinco serão alugados. Além de atender estudantes em busca de estágio, o prédio vai atrair visitantes para o teatro de 422 lugares. O prédio foi projetado com sistemas ecologicamente corretos, como reaproveitamento de água da chuva e sensores que permitem regular a entrada de luz natural.

Zero Hora

 

 



Escrito por Ricardo Haberland às 11:21
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   RELEMBRANDO: Projeto Praia do Guaíba

Trata-se de arrojado plano, iniciativa do GOVERNO ALCEU COLLARES, que visa o aproveitamento de 104 hectares ao longo do Rio Guaiba, desde a VOLTA DO GASOMETRO, até a PONTA DO MELO (Estaleiro Só), acrescendo em 75% de novas áreas urbanizadas os 139 hectares de área pública já existentes (Estância da Harmonia e Parque Maurício Sirotski Sobrinho e Marinha do Brasil).

Este projeto surge para resgatar à população o uso do RIO GUAIBA e das áreas restantes do aterro, coincidindo com as obras em andamento do PROJETO RIO GUAIBA, que garantirá a balneabilidade do rio.

Com esse objetivo o Arquiteto Jorge Decken Debiagi criou o PROJETO PRAIA DO GUAIBA, que resultará em 243,31 hectares no total do existente mais a urbanização proposta.

O projeto tem um custo estimado, somente para a execução das obras públicas previstas, de Cz$ 1.077 bilhão. A idéia prevê a participação da iniciativa privada de tal modo que o Município não será  onerado.

104 ha de áreas urbanizadas (recuperadas);
5,5 km de praias;
47,5 ha de parques às margens do rio;
6,0 km de pistas com vias duplas;
0,5 km de viadutos e pontes.

É prevista uma passarela de eventos populares (comemorações cívicas, desfiles de carnaval, esportes etc.), escola pública, bares e restaurantes com área para estacionamento, duas pontes sobre o Arroio Dilúvio, marina pública, conclusão da Câmara de Vereadores, aproveitamento do prédio da velha usina, 4 postos de abastecimento para veículos, parque infantil, hotel internacional, centro de convenções e Escola Superior de Marketing.

O conjunto de obras será de tal forma executado que conferirá a essa grande e importante região de PORTO ALEGRE o seu real aproveitamento, resultando em paisagem de rara beleza.

Praia do Guaíba

Veja as imagens acima ampliadas:

Imagem 1 - clique aqui.

Imagem 2 - clique aqui.

Fonte: Porto Alegre, A Cidade e Sua Formação, Clovis Silveira de Oliveira, 2ª edição. 1993.



Escrito por Gilberto Simon às 23:04
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Sou a favor da demolição. Este muro não tem mais serventia.



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